"WideGlide na Amazônia"
Olá amigos, quero deixar aqui nesse Post a minha experiência na ultima semana em Roraima sobre as iscas WideGlide da River2Sea representadas no Brasil pela Nitro Imports. Sai de Manaus em mais uma aventura á um rio intocado cheio de Barreiras impostas por Comunidades com certos “acordos” financeiros com empresas Americanas, um verdadeiro santuário de Tucunarés Açus, que estará disponível esse ano em meus cronogramas para Brasileiros, enfim esse é assunto para outro tópico. A partir de Manaus são 450 km em linha reta até o nosso destino, onde nós acomodamos em um Barco com camarotes duplos com ar condicionado, bem pequeno, mas realmente cala pouquinho, diferente desses que dizem por aí que o faz.
Um Rio extremamente raso, com estruturas de pesca desde sua Nascente até a Boca, para falarmos o português que todos entendem, por isso precisamos de algo que navegue em águas muito rasas sem problemas, a mesma logística que uso no Acarí Camp e na Operação Sucundurí e outras operações, pois o nosso maior limitante além dos Bloqueios impostos sem nenhum êxito, são os níveis baixos das águas nessa época do ano.
Saí com a missão de testar na Amazônia as de Sub Superfície adaptadas para os pescadores de Tucunaré, tanto amazônicos como das represas da Região Sul, Centro Sul e Sudeste do país, mas como minha praia são os bocudões lá de “cima” quero dar um Feedback real e sincero para os amigos, deixando claro que minhas opiniões não são regras e não sou nenhum super, mega expert para falar do assunto.

Na temporada passada, tive a oportunidade de testar por 02 meses as Rover’ 128 da River2Sea e já passei um relato real com provas da diferença que elas fizeram em nossas semanas de operação na “Água Preta” encontrada na matéria passada com nome de “Zara da Amazônia”e dessa vez a bola, ou isca em questão é a WideGlide, um fenômeno……uma isca com equilíbrio prefeito, nada em todas as condições de água fazendo seu “Z” na Sub Superfície como nenhuma outra, seu pitão posicionado mais abaixo aliado ao equilíbrio e aerodinâmica, proporcionam arremessos precisos e longos mesmo em condições de vento, o poderoso Rattlin de Tugstênio garante uma irritabilidade intensa nos peixes.
Enfrentamos a semana, com os peixes grandes “chocando” os filhos e pior, dentro ou encostados nos Molongozais espalhados por todo o rio, e alguém acha que algum de nos nessas condições tiraria pra fora depois de fisgado um bicho com mais de 9,5kg?? Que são abundantes na região …..nem a pau!!! condição essa que faz muitos desistirem, pois o bicho não pega nada, mas a WideGlide mudou um pouco a minha situação, você consegue fazer facilmente com ela nade “Zarando” lentamente em cima do ninho, com pequenas paradas estáticas na sua trajetória, uma pescaria visual que encanta, primeiro a Fêmea, para….olha…vez atrás….para de novo, e de repente suga a isca e sai em um nado tranquilo, sem aquela porrada que estamos acostumados
.

Alguém já enfrentou os bichos quando não querem Hélices, Meia Águas e Jigs? Então é disso que estou falando,
são coisas que acontecem, muitos grandes exemplares deram as caras para a câmera outros simplesmente
ignoraram todos os princípios dos amigos inclusive os meu levanto tudo e mais um pouco sem dar tempo de ninguém esboçar reação…..só depois …..a Cara de Bunda….ahahahahahaha normal!!!!!

São coisas naturais de quem está disposto a enfrentar os Gigantes de Verdade da Amazônia, mas entre os grande
é claro que temos o Jardim da Infância, mentira de quem não conta isso antes de vender.

Na minha humilde opinião, acredito que as Rover’s e WideGlide’s, hoje não podem faltar na caixa dos amigos,
já que esse trabalhão feito em campo em conjunto com os engenheiros, empresários e pescadores do mais elevado nível técnico para se chegar a um molde aprovado
é muito desgastaste, custa caro e o mínimo que podemos fazer é prestigiar, já que pouquíssimas empresas da América do Norte fizeram algo diferenciado e focado para o nosso mercado,
merecem respeito, salve as High Roller’s antigas e indispensáveis nas caixas de muitos de nós, são coisas projetadas, estudadas e testadas milhares de vezes em condições adversas antes que sejam colocadas em uma loja para pegar o pescador e não o peixe
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